domingo, 14 de junho de 2009

Vitória de Ahmadinejad provoca onda de violência no Irã

Milhares de manifestantes entraram em confronto com a polícia em Teerã e outras cidades iranianas neste sábado depois que o presidente Mahmoud Ahmadinejad foi declarado oficialmente vencedor das eleições de sexta-feira, conquistando mais um mandato de quatro anos. Segundo testemunhas, esta é a pior onda de violência na capital iraniana em mais de uma década. Manifestantes jogaram pedras contra a polícia e incendiaram carros e motocicletas.
A campanha do candidato reformista Mir Hussein Moussavi pediu neste sábado ao Conselho de Guardiães do Irã que revise os "erros" ocorridos nas eleições presidenciais realizadas ontem e anule seu resultado. Em entrevista coletiva, o chefe do comitê de supervisão dos votos do candidato reformista disse que "os erros" cometidos não são um "símbolo da democracia iraniana", e por isso pediu ao Conselho que repita o pleito. Entre os "erros", o chefe do comitê citou a ausência de cédulas nos colégios eleitorais, apesar de terem sido confeccionadas ao menos cinco milhões a mais que o necessário.

80 anos de nascimento de Anne Frank

Há 80 anos, em 12 de junho, em Frankfurt - Alemanha, nasce uma menina que se tornaria conhecida no mundo inteiro ao escrever sua própria história em um diário. De família judia, Anne Frank teve sua vida afetada drasticamente pela perseguição nazista que culminou com sua morte aos 15 anos. O "Diário de Anne Frank" é hoje um dos livros mais lido no mundo, tendo sido traduzido em mais de 60 idiomas.
Mas o que há nessa história que a fez tão famosa?
Você poderá descobrir ao acessar o www.annefrankguide.net. Trata-se de um site interativo que apresenta a história dessa garota no contexto histórico em que viveu. Ela comove pela capacidade de dar visibilidade a muitas outras histórias não escritas e de tocar a sensibilidade das pessoas que a ouvem. Os valores humanos enfatizados por Anne em seus escritos, são, há 60 anos, difundidos pelos trabalhos desenvolvidos pela Anne Frank House, um instituto com sede em Amsterdam na casa onde a família Frank esteve escondida por dois anos, antes de ser levada para os Campos de Concentração.Além de disponibilizar ferramentas e informações para os que queiram pesquisar sobre esses dois temas - Anne Frank e da II Guerra Mundial - o WebGuide oferece a possibilidade de interação com estudantes do mundo inteiro. Concebido e desenvolvido em 2003 pela Anne Frank House, depois do grande sucesso na Holanda e em outros países da Europa, esse guia de pesquisa ganhou em 2008 uma versão brasileira, somando-se a outras 17. Os jovens, principal alvo dessa iniciativa, poderão descobrir quem era Anne Frank, o que aconteceu com ela, com sua família e também o que aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial. O conteúdo abrange o cenário internacional com fatos particulares de cada país que tem uma versão do webguide. Ao acessar, os estudantes podem compreender melhor os efeitos deste momento histórico na vida de pessoas comuns e anônimas, vítimas da perseguição nazista.
Uma montagem fotográfica computadorizada, idealiza como estaria Anne Frank em seu 80º aniversário
A visão de Anne Frank sobre a guerra e o ideal nazista de limpeza étnica, motivam a discussão sobre os direitos humanos, o respeito à diferença e tolerância em nome da paz.
A Plataforma Brasil Holanda, representante oficial da Anne Frank House no Brasil desde 2007, vem divulgando essa história através da exposição itinerante "Anne Frank uma história para hoje". Essa exposição tem caráter informativo e pedagógico e nela a história do Holocausto é contada através da perspectiva da família Frank e do relato de sobreviventes. A montagem contém diversos elementos que desafiam o visitante a pensar sobre as semelhanças e as diferenças entre aqueles eventos do passado e acontecimentos do nosso mundo atual, com o objetivo de estimular a reflexão sobre a importância de conceitos como tolerância, respeito mútuo, direitos humanos, democracia e outros temas relevantes para a realidade de cada cidade por onde passa. O objetivo que caminha junto com a exposição é contribuir efetivamente com a educação pela paz, a partir da ênfase na importância da atitude individual para que tragédias como essa nunca mais se repitam.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Hezbollah reconhece derrota

O grupo xiita Hezbollah reconheceu a derrota na eleição parlamentar libanesa, no fim de semana, e pediu que seus aliados cooperem com os partidos vencedores, apoiados por países árabes moderados e pelo Ocidente. De acordo com o boletim final da votação, o bloco pró-Ocidente obteve 68 das 128 cadeiras em disputa. A aliança liderada pelo Hezbollah conquistou 57. Candidatos independentes obtiveram três assentos. Principal aliado do Hezbollah, o Irã não se manifestou sobre o resultado. Segundo analistas, a eleição libanesa pode influenciar a disputa presidencial em Teerã, que acontecerá sexta-feira, e na qual Mahmoud Ahmadinejad tenta a reeleição.

domingo, 3 de maio de 2009

Garrafa com mensagem de prisioneiros de Auschwitz

Operários que faziam reformas perto do campo de concentração nazista de Auschwitz, no sul da Polônia, encontraram uma garrafa com uma mensagem escrita por prisioneiros em setembro de 1944, onde estão identidades e o local de nascimento de vários deles. Na nota, escrita por jovens prisioneiros com idades entre 18 e os 20 anos, se detalha a identidade de oito deles, sete poloneses e um francês, o número de identificação dado pelas autoridades nazistas e o local de nascimento. O museu confirma que a garrafa e sua mensagem serão expostas no centro de visitação como parte do legado de Auschwitz, o campo de concentração mais letal do Nazismo.

1º vôo direto Brasil-Israel parte de Guarulhos

Com passagens a partir de US$ 750, nova rota será “uma ponte para a Terra Santa”. Hoje, 3 de maio, será um dia histórico para milhões de cristãos e judeus do Brasil e da América Latina.

Às 19h15min, um Boeing 777-200 da empresa aérea israelense EL AL partirá do aeroporto de Guarulhos (SP) para o primeiro vôo direto entre Brasil e Israel. Serão 14 horas de vôo sem escalas.

3º caso de gripe A em Israel

Um terceiro caso de gripe suína foi registrado em Israel, em um homem de 34 anos que recentemente voltou do México. A gripe A, que tem o vírus H1N1 foi diagnosticada até agora em dois israelenses, de 26 e 49 anos, que também recentemente regressaram de uma viagem ao México. Os dois deixaram o hospital depois de plenamente recuperados.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Israel está disposto a negociar a paz com a Palestina

O premiê israelense, Binyamin Netanyahu, disse ao líder palestino, Mahmoud Abbas, que está disposto a iniciar negociações de paz, durante uma conversa telefônica realizada neste domingo.
Este foi o primeiro contato entre os dois desde que Netanyahu assumiu o cargo, no dia 31 de março.
Segundo o governo israelense, a conversa foi "amigável" e Netanyahu "relembrou conversas anteriores, episódios em que os dois colaboraram e como ele pretende continuar desta forma para alcançar a paz".
Durante sua campanha eleitoral, ele disse estar disposto a negociar com os palestinos, mas seria prematura a criação de um Estado. Em vez disso, ele disse que ofereceria aos palestinos o que chamou de "paz econômica".
Netanyahu lidera uma coligação majoritariamente de direita.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Novo governo de Israel deve retomar ação em Gaza

O novo primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, precisa agir para evitar que o movimento islâmico radical palestino Hamas se rearme e reforce seu controle sobre a faixa de Gaza. A opinião é do analista Ely Karmon, do Instituto Internacional de Contraterrorismo e ligado à comunidade de inteligência israelense.
Karmom afirmou, em entrevista à Samy Adghirni, que o governo de Netanyahu será mais linha-dura que o anterior à princípio. Ele ressaltou, contudo, que o ex-primeiro-ministro Ehud Olmert tomou "várias iniciativas, como a guerra do Líbano [2006] e a ofensiva em Gaza, que não teve desfecho"
.
"O novo governo deve fechar com urgência a fronteira com o Egito, pois o contrabando de armas continua, ajudando o Hamas a controlar a população. O grupo anda tão confiante que vem convidando TVs a filmarem a reconstrução dos túneis", afirmou.
Para Karmon, a fórmula da estratégia do novo governo envolve ainda a relação do Hamas com o rival secular Fatah e as negociações com o Egito, que ocorrem em vários planos.
"Mas se Gilad Shalit [militar refém em Gaza desde 2006] não for solto e se houver mais disparos de foguetes [contra Israel], o novo governo atacará com mais firmeza".

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Merkel entra na polêmica sobre Holocausto e pede posição "clara" do papa

A chanceler alemã, Angela Merkel, pediu nesta terça-feira ao papa Bento 16 para "deixar bem claro" que rejeita a negação do Holocausto, depois da reabilitação do bispo Richard Williamson, excomungado nos anos 80 por outro motivo. Em uma entrevista, o bispo questionou a dimensão do extermínio de judeus. O gesto de aproximação com o grupo conservador foi nublado pela divulgação de uma entrevista concedida por Williamson a uma TV sueca, na qual ele colocou em dúvida o Holocausto. "Acredito que não existiram câmaras de gás e [apenas] entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração", disse Williamson.
Para Merkel, que é protestante, os esclarecimentos do Vaticano são insuficientes. A chanceler fez as declarações depois que a crítica ao papa alemão ganhou destaque pela primeira vez na imprensa do país, que no início do papado não escondeu o orgulho pela eleição do então cardeal Joseph Ratzinger ao comando da Igreja Católica. Cerca de 34% dos alemães declaram-se católicos, e 34%, protestantes.
O jornal "Bild", o mais vendido da Alemanha, publicou em sua primeira página nesta terça-feira: "Críticas ao papa pelo mundo". Em um país que convive com a memória do massacre dos judeus, a nacionalidade do papa é uma questão central na polêmica. "O papa cometeu um erro grave. O fato de ser um papa alemão torna a questão especialmente ruim", afirma o editorial do "Bild". Na Alemanha, é crime negar a existência do Holocausto.

Hamas invade depósito da ONU em Gaza e confisca comida e cobertores

Agentes do Hamas em Gaza entraram em um depósito da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos e confiscaram milhares de cobertores e centenas de porções de comida, disse Christopher Gunness, porta-voz da ONU. O episódio levanta a preocupação com a possibilidade de ruptura da colaboração de emergência entre o grupo radical que domina o território palestino e a organização que se dedica à assistência humanitária aos moradores. Os homens do Hamas levaram "3 mil e quinhentos cobertores e 406 porções de comida de um armazém de distribuição em um acampamento de Gaza", conforme comunicado da organização. Os suprimentos haviam sido doados por vários países. Trata-se da ajuda que estava destinada para 500 famílias da área onde se encontra o campo de refugiados de Shati, que, segundo afirma o comunicado, foi atacado por policiais islâmicos para levar os materiais "à força". A agência humanitária, responsável por receber, armazenar e distribuir a ajuda internacional, exigiu que o Hamas a devolva imediatamente para poder entregá-la às famílias que precisam. Pacotes de ajuda com itens similares aos que foram levados foram distribuídos pela ONU a cerca de 70 mil famílias nas últimas semanas. Alguns doadores internacionais já haviam expressado a preocupação de que os fundos a ser reunidos para a reconstrução de Gaza caiam nas mãos do Hamas. Uma conferência de doadores está programada para o fim deste mês, no Cairo.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Rabinato de Israel rompe com Vaticano

O rabinato de Israel cortou todos os seus laços com o Vaticano em protesto à decisão do papa Bento 16 de revogar a excomunhão do bispo britânico Richard Williamson, que negou o extermínio sistemático de seis milhões de judeus na Segunda Guerra Mundial. O papa reafirmou a sua "completa e inquestionável solidariedade com os judeus", na tentativa de aliviar as tensões. Falando em sua missa, o papa disse que a tentativa de exterminar os judeus, no Holocausto, deve continuar a ser um alerta para todos os povos.

Williamson e outros três bispos foram excomungados há 20 anos, depois que o ultraconservador arcebispo Marcel Lefebvre os consagrou sem aprovação do papa. Para tentar recuperar a parcela ultraconservadora católica, o papa Bento 16 revogou a excomunhão dos bispos no último sábado (24), provocando uma onda de reações negativas entre a comunidade judaica.

Hamas é acusado de torturar e matar crítico

Um palestino acusou militantes do Hamas de torturar e matar seu irmão por ter criticado o grupo publicamente na Faixa de Gaza. O professor Osama Atallah era adepto ao movimento Fatah, do presidente palestino, Mahmoud Abbas. Membros da segurança interna do Hamas o levaram de casa. Dois dias depois, ele foi deixado em um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu mais tarde.

Hamas desvia ajuda humanitária em Gaza

A Coordenação das Atividades das Nações Unidas recebeu diversos relatórios demonstrando que os terroristas do Hamas estão desviando a ajuda humanitária que entra em Gaza. Foi constatado o desvio de 227 toneladas de mantimentos destinados à população palestina.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Hamas dá sinais de esgotamento

A informação foi divulgada pelo jornal "Hareetz". Pelo fato do chefe militar do Hamás ter sido morto durante combate com tropas em solo mostra que o Hamas está seriamente abalado. Não é comum um chefe de operações arriscar-se no campo batalha. Companhias inteiras do Hamas teriam sido mortas e muitos membros teriam desertado, segundo o militar israelense ouvido pelo jornal. "Eles estão com medo de lutar, por isso, Amir Mansi tomou a iniciativa de ir para o front", disse.

Hamas admite usar ESCUDOS HUMANOS

O deputado do Hamas, Fathi Hammad, para a TV Al-Aqsa em 29 de Fevereiro de 2008 reconheceu que o Hamas está usando escudos humanos: "Os inimigos de Allah não sabem que o povo palestino tem desenvolvido um método de infligir morte e procurar a morte. Para o povo palestino, a morte tornou-se uma indústria em que as mulheres sobressaem. Os idosos são excelentes como o Mujahideen (mártires) e as crianças também. É por isso que formam escudos humanos de mulheres, de crianças de idosos e os Mujahideen (mártires), para enfrentar a máquina de guerra sionista. É como se dissessem para o inimigo sionista "Desejamos a morte assim como vocês desejam a vida."

opinião


O que o mundo ainda não se deu conta, é de que o conflito no Oriente Médio não é apenas uma guerra contra os palestinos. É uma guerra de Israel contra o TERRORISMO, contra o Islã radical. Parece que o mundo já esqueceu dos ataques terroristas às Torres Gêmeas, ao metrô de Londres, na Espanha e, por último, o ataque em Mumbai na Índia. Ataques estes, em que as vítimas eram 100% civis.
O Islã radical já começou sua guerra contra o ocidente e o mundo não quer abrir seus olhos. Israel não tem nada contra os palestinos e, muito menos, contra os árabes. Para quem não sabe, no parlamento israelense, 10 cadeiras são ocupadas por deputados árabes. Além disso, o ministro de ciência e tecnologia de Israel é árabe também. Imaginem se isto seria possível em um país como Irã, Turquia ou Líbia, por exemplo. Isto só é possível em Israel, que é o único país democrático no Oriente Médio.
Na última quinta-feira, o norte de Israel foi atacado através do Líbano, e a imprensa mundial não deu a menor importância. Imaginem se fosse o contrário: se Gaza fosse atacada pela Holanda ou pelos Estados Unidos? O que diria a imprensa? O que diria a ONU? A propósito, qual foi a retaliação da ONU para este ataque a Israel vindo do Líbano? Nenhum...
Quando estas pessoas souberem o que é, há muito tempo, ter 80 foguetes por dia disparados pelo Hamas contra alvos 100% civis, ou seja, contra mulheres, crianças e idosos, poderão entender um pouco da situação em que Israel se encontra há 8 anos.
Israel está tentando minimizar as baixas de civis. São jogados panfletos em Gaza, avisando quais locais serão bombardeados e alertando os civis a deixarem os locais. A inteligência israelense tem feito ligações com gravações diariamente para Gaza através de linhas analógicas e de celulares, além das mensagens SMS. Nas gravações em árabe, os civis são advertidos de que "não devem cooperar ou dar refúgio a elementos terroristas", e ouvem: "você não é nosso alvo, não atacamos você, mas aos terroristas que ameaçam a segurança de Israel".
Todos nós esperamos que o final deste conflito esteja próximo, e que o Hamas cesse seus foguetes contra as crianças israelenses, e que em breve, teremos, a almejada paz com segurança.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Israel é atacado pelo Líbano e responde com mísseis

Três foguetes foram lançados nesta quinta-feira do sul do Líbano em direção a Israel no primeiro ataque vindo do país desde o início da ofensiva israelense contra o Hamas na faixa de Gaza. O atentado foi respondido com cinco mísseis. A principal suspeita sobre a autoria do ataque recaiu sobre o grupo xiita libanês Hizbollah, que costuma informar sobre esse tipo de lançamento de foguetes contra o Líbano. Contudo, fontes de segurança de Israel afirmaram que os mísseis foram lançados por grupo palestinos que agem do Líbano.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Tropas israelenses tomam controle da cidade de Gaza

As tropas e os tanques israelenses cercaram a principal cidade da Faixa de Gaza no domingo em uma ofensiva contra o Hamas que matou mais de 500 palestinos, muitos deles civis. Os tanques israelenses dispararam contra posições de militantes suspeitos e aviões de guerra, enquanto os militantes do Hamas responderam com morteiros e foguetes. "Nós não temos a intenção de ocupar Gaza nem destruir o Hamas, mas de destruir o terrorismo. E o Hamas precisa de uma lição real e séria. Agora eles estão tendo isso", disse o presidente israelense, Shimon Peres, em uma entrevista ao programa da rede ABC This Week. "O governo fez tudo antes de decidir lançar a operação. Essa é uma operação inevitável", disse o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert.

Hamas busca "saída honrosa" para situação

O ministro israelense de Assuntos Sociais, Yitzhak Herzog, afirmou domingo, baseando-se em relatórios dos serviços de inteligência de Israel, que o movimento islamita palestino Hamas buscava "uma saída honrosa" depois do lançamento da ofensiva contra Gaza. "Os chefes do Hamas estão submetidos a fortes pressões", acrescentou, referindo-se à ofensiva militar de Israel lançada no dia 27 de dezembro contra a Faixa de Gaza, e que custou a vida a mais de 500 palestinos. O porta-voz do exército israelense, Avi Benayahu, afirmou por sua vez na noite deste domingo em entrevista à televisão pública que o Hamas "chegou à conclusão de que cometeu um enorme erro estratégico ao se negar a prorrogar um acordo de trégua" de seis meses estabelecido por intermédio do Egito, e que expirou no dia 19 de dezembro.

Sarkozy diz que Hamas é culpado por sofrimento em Gaza

O presidente francês Nicolas Sarkozy afirmou que o movimento islamita Hamas "tem grande responsabilidade no sofrimento dos palestinos de Gaza", em entrevista concedida a três jornais libaneses, e que será publicada nesta segunda-feira.
Sarkozy efetuará nesta segunda e na terça-feira uma turnê pelo Oriente Médio, durante a qual visitará Egito, Cisjordânia, Israel, Síria e Líbano.
"Quero frisar que condenamos com firmeza a continuidade dos disparos de foguetes, que são uma provocação inadmissível", acrescenta Sarkozy na entrevista.